Cirurgia e Remoção das Amígdalas em Curitiba

Cirurgia de amígdala: saiba tudo sobre esse procedimento

A cirurgia de amígdala é um procedimento muito comum realizado quando o uso de antibióticos não diminui a inflamação das amigdalas, o que afeta a respiração e apetite do paciente. Esse é um tratamento comumente ofertado de forma gratuita pelo SUS e é extremamente simples.

Quer entender mais sobre o procedimento? Neste texto explicaremos tudo sobre a cirurgia. Primeiramente, vamos apresentar qual a diferença entre a amigdalectomia e adenoamigdalectomia. Depois, veremos os critérios para sua realização. Além disso, veremos como ela é feita e como acontece a recuperação. Por fim, explicaremos se existem riscos e complicações.

O que é amigdalectomia e adenoamigdalectomia?

As amígdalas são glândulas pequenas localizadas na garganta. Quando essas glândulas incham há a amigdalite, causada pela presença de vírus e bactérias na garganta. Em casos de amigdalite crônica ou quando o uso de antibióticos não consegue resolver a inflamação, o indicado é a cirurgia de retirada das amígdalas. Sendo assim, existem dois tipos de cirurgia:

cirurgia de remoção das amigdalas em Curitiba
cirurgia de remoção das amigdalas em Curitiba

Amigdalectomia em Curitiba

A amigdalectomia é a retirada das amígdalas palatinas. Ela pode ser realizada de forma total ou parcial, ou seja, pode-se remover parcialmente ou totalmente as glândulas. Essa cirurgia é comumente feita em crianças, porém pode ser combinada com a remoção das adenóides em adultos.

Adenoamigdalectomia

A adenoamigdalectomia consiste na remoção das adenóides e amígdalas em apenas um procedimento. As adenóides estão localizadas próximo a cavidade nasal e são causa frequente de infecções e obstrução nasal na infância. Por isso, a cirurgia de retirada das amigdalas é comumente associada com a adenoamigdalectomia.

Quais os critérios para realização do procedimento?

A cirurgia de amígdala tem critérios de realização diferentes em adultos e em crianças. Quando o paciente está em idade adulta, os critérios para retirada das amígdalas podem ser os seguintes:

  • Amigdalite (infecções de repetição): nesse caso, as glândulas são um fator de fragilidade do sistema imunitário. Aqui a amigdalite pode ser crônica, viral ou bacteriana;
  • Amigdalite caseosa: quando se acumulam detritos brancos ao redor das amigdalas, esses podem causar desconfortos no paciente, além de mau cheiro. Nesse caso, a cirurgia é feita para evitar incômodos pessoais e sociais acarretados pelo mau odor e sensação de desconforto na garganta;
  • Amigdalas grandes: elas podem provocar a obstrução da respiração e contribuir para o paciente roncar durante o sono.

Já em crianças os dois critérios de realização mais comuns são:

  • Adeno-amigdalites de repetição: quando há infecções constantes das adenoides e o uso de antibióticos não é mais eficaz para o tratamento. O procedimento geralmente é recomendado pelo otorrinolaringologista em conjunto com o pediatra;
  • Apneia do sono: quando a criança respira muito mal pelo nariz e tem muita dificuldade de respirar durante a noite. Nesse caso não há extração total das glândulas, somente a sua redução.

Como é feita a cirurgia?

Tanto a amigdalectomia como também a adenoamigdalectomia são realizados com anestesia geral do paciente. A cirurgia dura entre 30 minutos e 1 hora e normalmente é preciso que a pessoa fique internada somente algumas horas para se recuperar.

Para retirada das amigdalas, a técnica mais comum e segura é a disseção fria (realizada com equipamentos que emitem calor). Normalmente a cirurgia não apresenta nenhum risco sério para a saúde do paciente. Porém, é necessário seguir as recomendações médicas para o seu êxito. Mesmo assim, alguns pacientes relatam dor, vômitos e sangramentos após o procedimento.

Como é a recuperação após a cirurgia de amígdala?

A recuperação da cirurgia costuma demorar entre 7 dias e duas semanas. Além do uso de remédios, como a Dipirona ou Paracetamol, para evitar a dor, o paciente ainda deve:

  • Evitar alimentos duros e ásperos por 7 dias;
  • Evitar leite e alimentos gordurosos no primeiro dia;
  • Beber muitos líquidos;
  • Comer alimentos frios ou gelados.

O que comer após a cirurgia de amigdalas?

A Maior dificuldade dos pacientes em relação ao pó cirúrgico é saber quais alimentos podem ser consumidos. Sendo assim, os recomendados são:

  • Líquidos, como água e chá gelado;
  • Frutas amassadas, cozidas ou cortadas;
  • Caldos e sopas mornos;

Ao longo deste texto mostramos o que é a cirurgia de amígdala e qual a diferença entre a amigdalectomia e adenoamigdalectomia. Logo depois, mostramos quais são os critérios para realização desse procedimento tão comum. Além disso, vimos como é feita a cirurgia e como acontece a sua recuperação. Por fim, apresentamos quais são as possíveis complicações do procedimento.

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o que comer após cirurgia de amigdalas
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